O púlpito e seus pregadores.
2° Tm 3: 1-5Mais do que nunca o púlpito tem se tornado objeto de desejo de muitos. A preocupação de muitos não são mais as almas, pois se assim fosse, não se limitariam a pregar dentro das igrejas. Até mesmo porque nos cultos de muitas igrejas não se encontram mais perdidos, afastados e/ou não regenerados, encontramos apenas um grupo de crentes preocupados apenas consigo mesmos.
A obsessão desenfreada pelo púlpito tem se tornado evidente em muitos líderes, pastores e pregadores. Que só fazem algo quando estão e/ou para estarem lá em cima (púlpito).
Isso não é por zelo, mas por vaidade mesmo.
1° Pois, o púlpito sempre o colocará em evidência.
2° No púlpito seus complexos de inferioridade desaparecerão.
3° Lá se sentirá mais importante e superior que os demais.
4° Seu ego se sentirá confortavelmente feliz ao perceber que suas ideias, filosofias e mensagens são aceitas pela massa.
5° Ele precisa do púlpito para alimentar seu orgulho e etc...
Poderíamos acrescentar muitas outras razões, mas essas já são suficientes para uma reflexão. Como seria maravilhoso se todo esse amor, dedicação demonstrado no púlpito fosse de fato manifesto por todos os perdidos dentro e fora da Igreja.
Quantos pastores/pregadores, não conseguem se quer passar um culto sem perder a oportunidade de falar algo e se tornar mesmo que por um pequeno momento o centro das atenções.
Não estou falando daqueles que com muita sabedoria e humildade usam o púlpito para promoverem o Reino de Deus e não suas próprias vontades e desejos.
João Paulo A. Cotomácio
(Meu amigo, membro da AD Campo Limpo).
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